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A FENACOOP é uma cooperativa de grau superior (Federação de Cooperativas) fundada em 24 de Outubro de 1978, sob a forma de associação sem fins lucrativos, que orienta a sua actividade pelos princípios cooperativos que integram a declaração sobre a identidade cooperativa adoptada pela Aliança Cooperativa Internacional.

Como âmbito nacional, a FENACOOP tem como finalidade:

• A representação política e social das Cooperativas de Consumo e dos Consumidores, actuando como seu porta-voz junto das diferentes entidades nacionais e internacionais;

• A coordenação, nomeadamente das políticas a implementar numa perspectiva de modernização e desenvolvimento das Cooperativas de Consumo no plano económico e social;

• A prestação de serviços, centrando a sua actividade na assistência técnica nas áreas jurídica e económica e na implementação de acções de formação, informação e defesa dos consumidores e na protecção do ambiente.

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

Presidente:

JOAQUIM DA SILVA TAVARES

LOUROCOOP – Cooperativa de Consumo, CRL

Vice-Presidente:

JOSÉ AUGUSTO GOMES PAIXÃO

SCAFA – Cooperativa de Consumo dos Ferroviários e Aderentes, CRL

Secretário:

SERAFIM MARTINHO FARIA

COPBANCÁRIOS – Cooperativa de Produção e Consumo dos Empregados Bancários, CRL

DIRECÇÃO

Presidente:

FERNANDO PARREIRA ROSA

PLURICOOP – Cooperativa de Consumo, CRL

Vice-Presidente:

JOÃO MACHADO

PROLETÁRIO ALENTEJANO – Cooperativa de Produção e Consumo, CRL

Vice-Presidente:

JOSÉ MANUEL JERÓNIMO TEIXEIRA

MUTUA DOS PESCADORES – Mútua de Seguros, CRL

Vogais:

PAULO JORGE ALDINHAS GIGA

NOVA VIDA DO CIBORRO - Cooperativa de Consumo, CRL

ANTÓNIO JOAQUIM DA CONCEIÇÃO RODRIGUES NETO

COOPRIBATEJO – Cooperativa de Consumo, CRL

JOSÉ INÁCIO FONSECA COSTA

COMUNA COOP – Cooperativa Popular dos Moradores de Mira Sintra, CRL

JOÃO NUNO SEQUEIRA

COOPCASTRENSE – Cooperativa de Consumo Popular Castrense, CRL

ALDEMIRO JOSÉ GARCIA DIONISIO

Cooperativa Popular de Consumo do Concelho de Montemor o Novo,CRL

JORGE MANUEL R. SANTANA

PLURICOOP – Cooperativa de Consumo, CRL

Suplentes:

JORGE MIGUEL MESTRINHO

Cooperativa Popular de Consumo do Concelho de Montemor o Novo,CRL

LEONEL NASCIMENTO

COOPPOVO – Cooperativa de Consumo do Povo da Marinha Grande, CRL

LUIS GUERREIRO

Cooperativa Operária “A Compensadora”, CRL

CONSELHO FISCAL

Presidente:

JOSÉ CANDEIAS LOURENÇO JACOB

COOPLISBOA – União de Cooperativas de Consumo, UCRL

Vogais:

DOMINGOS ANTÓNIO GERMANO PISCO

A VOZ DO POVO – Cooperativa de Consumo de Santiago Maior, CRL

CARLOS JORGE MOUTA GOMES

Cooperativa de Consumo Mó-de-Vida, CRL

A FENACOOP, como organização de representação das Cooperativas de Consumo e dos Consumidores, é membro e participa em diversas instituições nacionais e internacionais, das quais se destaca:

A Nível Nacional

• É membro da CONFECOOP - Confederação Cooperativa Portuguesa, CCRL,
Representa as Cooperativas e os Consumidores em diversos organismos, nomeadamente:
• Conselho Económico e Social;
• Conselho Nacional do Consumo;
• Conselho de Opinião da RTP;
• Conselho Sectorial do Comércio.
• Conselho Consultivo da Entidade Reguladora do Sector Eléctrico;
• Conselho de Opinião de RDP;
• Comissão Empresas - Administração;
• Fórum Cidadãos - Administração;
• Comissão para Mercado Social de Emprego;
• Participa no capital social da Sagres - Companhia de Seguros SA.

A Nível Internacional

É membro das seguintes organizações:
ACI - Aliança Cooperativa Internacional.
• ICC - Internacional das Cooperativas de Consumidores;
EUROCOOP - Comunidade Europeia das Cooperativas de Consumidores
OCPLP - Organização Cooperativistas dos Povos de Língua Portuguesa
• Representa as organizações de consumidores portuguesas no Comité Consultivo de
• Consumidores da Comissão Europeia
• Representa a EUROCOOP em diversos Comités Consultivos e Grupos de Trabalho da Comissão Europeia.

A actividade nacional e internacional da FENACOOP permite assegurar uma rede de contactos e intercâmbios de experiências de fundamental importância para o desenvolvimento e para a defesa dos interesses das Cooperativas e dos Consumidores, intervindo nos processos de decisão, divulgando a realidade cooperativa e os ideais cooperativos.

As Cooperativas de Consumo Portuguesas, têm feito, nos últimos anos, um grande esforço de modernização e desenvolvimento, assente nos valores e princípios cooperativos nomeadamente na intercooperação e assumindo uma postura discreta, diferenciada, mas integrada nas comunidades.

Desenvolvendo a sua actividade no comércio e na distribuição, enfrentando uma forte concorrência, com uma economia globalizada e com tecnologias de informação cada vez mais sofisticadas, as Cooperativas de Consumo Portuguesas necessitam de prosseguir, com maior celeridade, o seu processo de modernização e desenvolvimento.

Por isso, foram estabelecidos como objectivos estratégicos fundamentais:

DIMENSÃO ECONÓMICA

• Prosseguir com os processos de integração, coordenados política e economicamente pela FENACOOP e pela COOPLISBOA e alargar a área de influência das Cooperativas de Consumo.
Consolidar e desenvolver a COOPLISBOA, transferindo para esta a gestão da actividade grossista e da logística, tendo como objectivo que ela assuma a coordenação das actividades económicas das Cooperativas de Consumo.

MODERNIZAÇÃO

Prosseguir com a política de uniformização da imagem, nomeadamente na identificação das lojas, equipamentos, fardamentos, marketing e publicidade.
Continuar com a remodelação das lojas de forma planificada, identificando-as como LOJAS COOP e melhorar a intervenção no mercado pela qualidade, formação e informação dos consumidores.

INTERCOOPERAÇÃO

Intensificar o relacionamento com os demais Ramos do Sector Cooperativo, dinamizando as relações institucionais e económicas.
Desenvolver as relações com as organizações cooperativas de todo o mundo, especialmente da Europa e dos Países de Língua Portuguesa, numa perspectiva comercial e institucional.

DINAMIZAÇÃO ASSOCIATIVA

Assumir na letra do estatuto e na prática dos seus dirigentes e trabalhadores uma acção dinamizadora para a participação dos seus membros, criando um espírito critico que melhor preconize a vivência numa sociedade que desejamos mais justa e solidária.
Assumir, cada vez mais, a natureza de organizações de consumidores das Cooperativas de Consumo, como tal constitucionalmente reconhecidas, desenvolvendo políticas de reforço da base associativa, pela formação e informação dos consumidores, pela defesa dos seus direitos e na protecção do ambiente.

COLABORAÇÃO COM AS ESCOLAS

Desenvolver uma estreita colaboração com todo o sistema de ensino para o estudo da realidade cooperativa e seu reconhecimento pelas camadas mais jovens.
Intensificar e alargar o relacionamento com as Universidades e com os Institutos Politécnicos, estabelecendo relações que possam contribuir para a elevação da qualificação técnica dos recursos humanos e incentivar a investigação cooperativa.

INSERÇÃO NA COMUNIDADE

Desenvolver projectos de inserção na comunidade através de uma política social activa potenciadora das sinergias de cada localidade ou bairro em colaboração com todas as forças vivas e com o poder local

Em Portugal o movimento cooperativo de consumo remonta ao 3º quartel do século XIX.

As primeiras cooperativas apareceram nos bairros populares de Lisboa e Porto com a característica de "associação de classe".

Em 1871 foi constituída a "Sociedade Cooperativa e Caixa Económica do Porto", sendo a primeira cooperativa com actividade predominantemente de consumo, embora nos seus estatutos estivessem incluídos outros objectivos.

Em 1876 nasce a primeira cooperativa de consumo, localizada em Alfama, a "Caixa Económica Operária", constituída por operários tabaqueiros.

Desde a criação da primeira cooperativa até ao final do século foram criadas 11 cooperativas, seguidas de mais 3 até à implantação da República em 1910.

Durante a 1ª República podemos constatar a existência de uma certa dinâmica no movimento cooperativo de consumo. Logo seguida de uma estagnação causada pela instauração da ditadura. Neste período que decorreu entre 1927 e 1946 apenas foram constituídas 13 cooperativas.

No decorrer do período entre 1947 e 1973 assiste-se novamente ao ressurgir da dinâmica do movimento cooperativo. Este facto deveu-se não só a movimentações sociais decorrentes da derrota da ideologia nazista, como também ao surto de desenvolvimento económico verificado no pós-guerra.

Mas é a partir do ano de 1951, com a criação do "Boletim Cooperativista", sob a inspiração de António Sérgio e graças ao grande impulso dado por este pensador português, que o Movimento Cooperativo se renova. As cooperativas de Consumo existentes criaram, em 1955, a primeira união cooperativa, a Unicoope, que assumiu relevante papel na dinamização deste ramo e representou a primeira tentativa de integração económica. Todavia este projecto faliu após a Revolução de Abril de 1974 devido à crise em que já se encontrava.

Com o 25 de Abril dá-se um acréscimo significativo do número de cooperativas. Só entre 1974 e 1980 são criadas 330 novas cooperativas de consumo.

A partir do inicio dos anos 80 dá-se um abrandamento no ritmo de criação de novas cooperativas, começando nos anos 90 o decréscimo do seu número, como consequência do encerramento de muitas e da política de fusões então iniciada.

As profundas alterações registadas no comércio e na distribuição em Portugal a partir da década de 80, levaram a FENACOOP a procurar definir uma estratégia que conduzisse à integração e à modernização. Desse movimento nasceu a COOPLISBOA e, em 1986, foi aprovado o Plano de Desenvolvimento que estabeleceu as bases de actuação que conduziu ao inicio das fusões e da modernização das Cooperativas de Consumo Portuguesas.